quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

em laço

O laço me pegou.
E me apertou tão forte,
que o invólucro de mim,
parece que parou.
E tu não tornaste,
tua distância nunca mudou.
Meu assento,
preparação para a longa noite,
acompanha-me o olhar para o alto,
à procura de tempo.
À procura do que venha em fases.
Como agora e antes.

3 comentários:

Nayara .NY disse...

O revestimento é fraco
logo cede...
Buscar sempre, nem
que sejam apenas novos ventos...

Bjossss

(Tudo indo, agora que voltei
a estudar o tempo encurta! E por aí? A quantas andas?)

Isa disse...

Vwnho agradecer suas visitas repentinas. Posso não responder, mas eu vejo. Claro que vejo.

Como uma amadora, não há nada mais delicioso que um leitor satisfeito!

Quanto ao texto,
Bom, que loucura, hein?
Parece aquele tipo de história que criamos, sozinhos. Ou melhor, só nós e a lua - e suas fases. E com um alguém distante(imaginário ou real) que é o protagonista. Costumava fazer isso.

Adoro o que a escrita me faz sentir, principalemente quando não tem nada a ver com o que o autor sentiu. Essa flexibilidade. Isso sim me fascina.

Um beijo.

Isa disse...

Hahahaha
Até os 26 são dez anos de jornada! Vai saber, vai saber...