quarta-feira, 8 de abril de 2009

à maneira paradoXal

veloz... o pensamento
e mais rápida a decisão do contorno final da letra. quando assentei o assunto que estava aqui saiu correndo para receber a dívida não paga em outras plagas, pragas não me pegam descoberto pelo Santo. Falando agora de tudo que sempre falo eu digo que o perigo era o encontrão no meio e o seu seio à mão. aparecendo parecido com me pega e suga mas não agora. apenas com os olhos que seu toque mais forte é o amor que tem por mim. você diria e riria cá pois dito pela dita nem creio. esta verdade dita nunca foi dita por sua boca bonita. nem preciso de concordar com o final para parecer ritmado. o cadeado aberto pela chave verde de olhos tão fugidios me liberta de contar sílabas ou estrofes mal dormidas companheiras desta vontade de te ter minha querida.

4 comentários:

Sonia Schmorantz disse...

Feliz Páscoa, Marcos...
Que o renascimento de Cristo, renove a fé e a esperança de seu coração.
Um abraço

Fernanda Fernandes Fontes disse...

Pra que precisamos da rima? Os brancos versos tem mais pluralidades, mais sabor...hum...degustemos!

Bjs

iilógico disse...

Sonia. obrigado pelas palavras. Amém!

Fernandinha (posso?),
sua inteligência é evidente. sua delicadeza...nem se fala.
bjs

DIZDIZENDO disse...

As estrofes mal dormidas ficam martelando na cabeça...
Não tem como esquecê-las...