terça-feira, 21 de abril de 2009

nem eu

oferta na feira da vida, ela não vira, não olha, não aceita.
é muito barulho, vozes iguais, roucas, agudas, enlouquecidas palavras.

ritmo igual para todos os saídos de universidades, internatos rurais, escolas dominicais.
onde dividir a escolha, o caminho, as pessoas, diferenciar o que é meu ou do outro.

oração, reza, zen, medito, penso, filosofo.
filósofos, pastores, padres, mestres, quem são os indicadores perguntam todos.


onde? qual o caminho seguir? qual sacrifício? nenhum? por quem?
a face dos irmãos são parecidas demais. tornam-se mais comuns que os outros.

esta pele nórdica, estes olhos, céus!
este texto perdido, lembrando-me, por onde fui?

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