sexta-feira, 3 de abril de 2009

ô trem!

sonho, aliás penso, que,
desde fora,
tens ficado por dentro
de como estou.
depois de ter-me lançado pra fora de seu carrinho.
dê mãos aqui e alongue o seu tempo,
encurtando o meu de espera.

Um comentário:

Ana P. disse...

E pode, pode mesmo, o amor [é o amor?] viver fora, em qquer momento?

O meu vive sempre aqui dentro... é uma droga!