sábado, 13 de junho de 2009

suã com arroz

Acordei e não vi nada seu

Na noite anterior, não tive suas unhas pintadas, elas, marcando sua pele, a minha.

Meus dedos fizeram letra, fizeram palavras, fizeram frases que enviei por aí.

Acordei e meu corpo não tinha suor, seu.

Meus olhos olharam em volta e não deram de cara com os seus.

VTNC.

Que horas saiu o avião que me atropelou?

Acordei e pensei: onde está minha tabela periódica?

6 comentários:

Luna Sanchez disse...

Adoro essa liberdade para escrever, esse compromisso com coisa alguma, bem ao estilo i Ilógico.

Um beijo,

ℓυηα

Lêda Maria disse...

E vc procurou...rsrs

muito bom.

Bom final de semana ")

Bárbara (B.) disse...

Modernista você, hein?

Sonia Schmorantz disse...

Amigos são poemas…
Os verdadeiros amigos são a poesia da vida.
Eles enchem nossos dias de cores, rimas e risos,
nos seguram a mão quando caminhar parece difícil.
Mostram que mesmo em dias nublados o sol está no mesmo lugar,
e nos ensinam que a chuva pode ser uma canção de ninar
nas noites solitárias e vazias.

Um abraço em mais este final de semana, que tudo lhe
Seja bom...

Ana P. disse...

Que é suã?

Carola Guimarães disse...

Não sei o que é suã.
Sei que gosto muito do que você escreve!
Parabéns!