sábado, 5 de julho de 2008

O coração é a sede de tudo.

Não te beijei como eu devia.
Apenas toquei em sua cabeça,
deveria ter sentido mais este momento.
Não peguei em seu rosto pra te consolar,
podia tê-lo sentido.
Não tive como te abraçar,
sinto-o em mim agora.
Você nunca mais se despediu,
tocando meu rosto com o seu,
meio beijo, meio carinho.
Abracei como todos à sua volta,
não podia ficar.
Você sempre foi,
nunca esperou,
quase nunca pediu,
Sempre quis seu abraço,
seu beijo, sua atenção,
dar-me para você.
Desde antes, do início,
de longe.
Sem enxergar bem, sem ouvir bem,
eu suspeitava que me via, que sentia,
me queria.
Engano é minha vida?
E a sua, decisão?

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