quarta-feira, 3 de setembro de 2008

janela / 1

Tua, é minha janela que debruço, e de lá faço versos,
declamo quando tu passas em seus passos de dança.
Tua janela é meu pouso, descanso e sono.
Sonho em te ouvir me ouvindo no meu peito.
Esta janela é a moldura do homem que sou,
na parede que me colocaste.

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