domingo, 22 de fevereiro de 2009

ainda você

Minha cura está na minha culpa,
que,
eu ja sei,
está viva e não será vicária quando vier o arrependimento,
pois que ainda creio,
virá o dia do aconchego em braços brancos,
nos tapetes verdes,
em nuvens azuis e em águas profundas.
Comparados aos pensamento biomecânicos,
meus conhecimentos teológicos não sobrevivem ao movimento do cabelo molhado,
aos pés frágeis,
à indiferença para a idade tão distante.
Não farão, as minhas palavras,
de verdades discretas e tudo será repleto de críticos e crises;
dos pares que chegarão para ver minhas vontades.
A discrição?
Vez terá quando estiver o lençol ou apenas o vento nos cobrindo.

3 comentários:

Nayara .NY disse...

Que culpa é essa?
É uma cápsula de pequenos
grandes momentos acusados
Dores e partos...
Assim somos...
Prosseguimos...

Bjoss

ICH LÍEBE DÍCH-1 disse...

Pensamentos ou verdadades?!?
Mas gostei...
Bjs...
Dina

Fernanda Fernandes Fontes disse...

Que as verdades andem a par com as vontades. Corra, grite, vá.

Abraços