sábado, 28 de março de 2009

reveja, junho de 2008

Sábado, 28 de Junho de 2008

Mais além
Conscientemente eu almejo ter seu corpo,
esquio,
escalo,
domino.
Finco minha bandeira ao alto do monte e acaricio seu manto,
e sinto o vento de seu suspiro aumentando meu contentamento em estar colado,
calado,
corpos respirando juntos,
sucessivos e conjuntos na respiração vagarosa,
prazerosa,
momentânea e completa,
já que a vida podia terminar agora.
O que seria pra manchete que ninguém entenderia,
o porque de tanta paixão,
corpos nus encontrados no ato final.
Eu te desejo como mulher que és,
como senhorinha,
como suco,
tomo-o, sorvo-o,
e para te enaltecer,
digo que és uma delícia,
carne viva e branca,
leitosa,
longa,
sem fim.
e acima e abaixo eu acaricio esta pele,
estes poros.

3 comentários:

Jonas C. Silva disse...

palavras belas, dignas de um verdadeiro amor.

Fernanda Fernandes Fontes disse...

O deleito de braços abertos e circundados de prazeres e prazeres..ah...qto sabor!

DIZDIZENDO disse...

Esse dia nem termina nunca pra eu ir...