quarta-feira, 14 de setembro de 2011

pra não dizeres

eu dizer que amei?
eu dizer que sonhei em você?
eu dizer que nao há, sem você?
eu desdizer o que já disse?
eu dizer não consigo pensar?
eu, não conseguir dizer?
eu dizer não quero?
eu dizer, não mais?
eu te dizer?
pra não dizeres, não direi




body and soul


My heart is sad and lonely

For you I sigh, for you dear only
Why haven't you seen it?
I'm all for you body and soul
I spend my days in longing
And wondering why
It's me you're wronging
I tell you I mean it
I'm all for you body and soul
I can't believe it
It's hard to conceive it
That you'd turn away romance
Are you pretending?
Looks like the ending
Unless I could have one more chance to prove
Dear, my life's a wreck you're making
You know that I'm yours for just the taking
I'd gladly surrender body and soul

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

não tenho nada pra dizer
tenho para tentar entender, ou não.
sabe quando você não sabe de nada?
não entende nada?
nada!???
pois é...
nem eu....mesmo!

domingo, 4 de setembro de 2011

olhei-me

passei rápido pela porta passei-a.
sequei o corpo e sequer.
falando falei ouvir-me.

olhei-me e não me vi.



domingo, 21 de agosto de 2011

dia seguinte

eu tenho uma esperança, uma única;
o dia seguinte não chegará.
tenho um profundo desejo,
que a segunda, seja sexta.
tenho, nela,
meus sonhos realizados.

sábado, 13 de agosto de 2011

olhar

tem horas que é
olhar para o lado
e dizer.
"amo você"
"preciso de você"
"te admiro"
"sonho com você"
mas olhar e não te ver.
puxa...

sexta-feira, 15 de julho de 2011

para meu amor

sou um homem feliz.
e se tive, ou tenho medo de sê-lo,
hoje, posso dizer:
"tenho medo e sou feliz"

porque se pego em sua mão,
me sinto mais que todos os instantes seguintes,
pois, sou apenas eu e você,
de mãos dadas.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

quatriste

tenho agora tantas dúvidas de mim mesmo que já não me animo.
pergunta-me.
pois se a resposta é vaga, a vaga vem e quebra a resistência.
se a resposta é triste e sem esperança, é um vão a busca.
e vão-se em volta os que não me escutam dizer; "vão embora!", "vão-se daqui de perto!".
e soslaio o olhar para ver se aquele alguém não me ouviu, pensando ser com ela.
tenho sorte de ser tão tímido, tão curta minha vista e tão distante meu horizonte, vertical curto.
jaz feita a sorte. rarefeito por defeito de criagem.
vão-se os dedos entre os dedos. sei que dedos são. sei!
mas e as mãos? de quem são?
me explico, quando mostro por dentro, por dentro, por dentro...
não entendo. me sou só.

domingo, 26 de junho de 2011

sorriso

ela já sorria antes,
e agora ele que via.
e viu tão bem,
que sorriu junto.

mas passou o tempo,
e agora faz chorar.
esqueceu que vira sorrir.

olhou para si e viu,
o choro já existia.

delícia de texto

http://perdendo-o-medo.blogspot.com/2011/07/dueto-virtual-de-um-romance-astral.html