I've been so many places in my life and time
I've sung a lot of songs, I've made some bad rhyme
I've acted out my life in stages
With ten thousand people watching
But we're alone now and I'm singin' this song for you
I know your image of me is what I hope to be
I've treated you unkindly but darling can't you see
There's no one more important to me
Darling can't you please see through me
'Cause we're alone now and I'm singin' my song for you
You taught me precious secrets of the truth, with holdin' nothin'
You came out in front and I was hiding oh yeah
But now I'm so much better so if my words don't come together
Listen to the melody 'cause my love's in there hiding
ooh yeah yeah yeah yeah ohh
I love you in a place where there's no space or time
I love you for my life, 'cause you're a friend of mine
And when my life is over, remember when we were together, together
We were alone and I was singin' my song for you
Oh I, oh I love you in a place where there's no space or time
I've loved you, I've loved you, loved you for my life, oh, you're a friend of mine
And when my life is over, remember when we were together baby
We were alone and I was singin' my song for you, ooh
We were alone and I was singin' this song for you
Say, we were alone and I was singin' my song,
Hey, Singin' my song, singin' my song, singin' my song
Singin' my song
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quarta-feira, 18 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
je reviens
Je reviens
Je reviens, encore
Tu n'as même pas vu
Que j'étais partie alors
Je suis revenu
Comme on rentrerait au port
Fatiguée
De passer
Par dessus bord
Je reviens
Je reviens et j'ignore
Ce qui nous ramène
Ce qui nous ramène au bord
On a déjà vu
La mer rendre certains corps
Qu'on avait dit portés disparus
Je reviens, encore
Tu n'as même pas vu
Que j'étais partie alors
Je suis revenu
Comme on rentrerait au port
Fatiguée
De passer
Par dessus bord
Je reviens
Je reviens et j'ignore
Ce qui nous ramène
Ce qui nous ramène au bord
On a déjà vu
La mer rendre certains corps
Qu'on avait dit portés disparus
sexta-feira, 15 de maio de 2009
conhece?
Admiração
(Paulinho Moska)
Meus olhos, famintos, não se cansam
de te acariciar
Procuram sempre um novo ângulo
pra te admirar
E sonham mergulhar na sua boca de vulcão
Provar todo o calor que há na sua erupção
Escorregar nos rios claros
das margens dos teus pêlos
E encontrar o ouro escondido
que brilha em seus cabelos
Devorar a fruta que te emprestou o cheiro
E talvez desfrutar de um amor puro e verdadeiro
Esquecer o espaço, o tempo e o viver
Perder a noção do que é ter a noção do perder
Se um dia eu fui alegria ao te conhecer
Agora canto porque sinto a dor de não te ter
Meus olhos, famintos, não se cansam
de te acariciar
Procuram sempre um novo ângulo
pra te admirar
E sonham mergulhar na sua boca de vulcão
Provar todo o calor que há na sua erupção
Escorregar nos rios claros
das margens dos teus pêlos
E encontrar o ouro escondido
que brilha em seus cabelos
Devorar a fruta que te emprestou o cheiro
E talvez desfrutar de um amor puro e verdadeiro
Esquecer o espaço, o tempo e o viver
Perder a noção do que é ter a noção do perder
Se um dia eu fui alegria ao te conhecer
Agora canto porque sinto a dor de não te ter
sábado, 9 de maio de 2009
ah! portugal... faltam poucos dias...
Amália Rodrigues
Composição: Artur Ribeiro - Ferrer Trindade
Não queiras gostar de mim
Sem que eu te peça
Nem me dês nada que ao fim
Eu não mereça
Vê se me deitas depois
Culpas no rosto
Isto é sincero
Porque não quero dar-te um desgosto
De quem eu gosto
Nem às paredes confesso
E até aposto que não gosto de ninguém
Podes sorrir, podes mentir, podes chorar também
De quem eu gosto
Nem às paredes confesso
Quem sabe se te esqueci
Ou se te quero
Quem sabe até se é por ti
Por quem espero
Se eu gosto ou não, afinal
Isso é comigo
Mesmo que peças
Não me convences,
Nada te digo
De quem eu gosto...
Composição: Artur Ribeiro - Ferrer Trindade
Não queiras gostar de mim
Sem que eu te peça
Nem me dês nada que ao fim
Eu não mereça
Vê se me deitas depois
Culpas no rosto
Isto é sincero
Porque não quero dar-te um desgosto
De quem eu gosto
Nem às paredes confesso
E até aposto que não gosto de ninguém
Podes sorrir, podes mentir, podes chorar também
De quem eu gosto
Nem às paredes confesso
Quem sabe se te esqueci
Ou se te quero
Quem sabe até se é por ti
Por quem espero
Se eu gosto ou não, afinal
Isso é comigo
Mesmo que peças
Não me convences,
Nada te digo
De quem eu gosto...
terça-feira, 5 de maio de 2009
pra ler enquanto canta e me espera voltar (férias, sem posts...)
O Que Será (À Flor da Pele)
Milton Nascimento
Composição: Chico Buarque
O que será que me dá
Que me bole por dentro, será que me dá
Que brota à flor da pele, será que me dá
E que me sobe às faces e me faz corar
E que me salta aos olhos a me atraiçoar
E que me aperta o peito e me faz confessar
O que não tem mais jeito de dissimular
E que nem é direito ninguém recusar
E que me faz mendigo, me faz suplicar
O que não tem medida, nem nunca terá
O que não tem remédio, nem nunca terá
O que não tem receita
O que será que será
Que dá dentro da gente e que não devia
Que desacata a gente, que é revelia
Que é feito uma aguardente que não sacia
Que é feito estar doente de uma folia
Que nem dez mandamentos vão conciliar
Nem todos os ungüentos vão aliviar
Nem todos os quebrantos, toda alquimia
Que nem todos os santos, será que será
O que não tem descanso, nem nunca terá
O que não tem cansaço, nem nunca terá
O que não tem limite
O que será que me dá
Que me queima por dentro, será que me dá
Que me perturba o sono, será que me dá
Que todos os tremores me vêm agitar
Que todos os ardores me vêm atiçar
Que todos os suores me vêm encharcar
Que todos os meus nervos estão a rogar
Que todos os meus órgãos estão a clamar
E uma aflição medonha me faz implorar
O que não tem vergonha, nem nunca terá
O que não tem governo, nem nunca terá
O que não tem juízo
Milton Nascimento
Composição: Chico Buarque
O que será que me dá
Que me bole por dentro, será que me dá
Que brota à flor da pele, será que me dá
E que me sobe às faces e me faz corar
E que me salta aos olhos a me atraiçoar
E que me aperta o peito e me faz confessar
O que não tem mais jeito de dissimular
E que nem é direito ninguém recusar
E que me faz mendigo, me faz suplicar
O que não tem medida, nem nunca terá
O que não tem remédio, nem nunca terá
O que não tem receita
O que será que será
Que dá dentro da gente e que não devia
Que desacata a gente, que é revelia
Que é feito uma aguardente que não sacia
Que é feito estar doente de uma folia
Que nem dez mandamentos vão conciliar
Nem todos os ungüentos vão aliviar
Nem todos os quebrantos, toda alquimia
Que nem todos os santos, será que será
O que não tem descanso, nem nunca terá
O que não tem cansaço, nem nunca terá
O que não tem limite
O que será que me dá
Que me queima por dentro, será que me dá
Que me perturba o sono, será que me dá
Que todos os tremores me vêm agitar
Que todos os ardores me vêm atiçar
Que todos os suores me vêm encharcar
Que todos os meus nervos estão a rogar
Que todos os meus órgãos estão a clamar
E uma aflição medonha me faz implorar
O que não tem vergonha, nem nunca terá
O que não tem governo, nem nunca terá
O que não tem juízo
domingo, 3 de maio de 2009
sábado, 28 de março de 2009
Tudo o que mais nos uniu separou/Tudo que tudo exigiu renegou/Da mesma forma que quis recusou/O que torna essa luta impossível e passiva/O mesmo alento que nos conduziu debandou/Tudo que tudo assumiu desandou/Tudo que se construiu desabou /O que faz invencível a ação negativa/É provável que o tempo faça a ilusão recuar/Pois tudo é instável e irregular/E de repente o furor volta/O interior todo se revolta/E faz nossa força se agigantar/Mas só se a vida fluir sem se opor/Mas só se o tempo seguir sem se impor/Mas só se for seja lá como for/O importante é que a nossa emoção sobreviva/E a felicidade amordace essa dor secular/Pois tudo no fundo é tão singular/É resistir ao inexorável/O coração fica insuperável/E pode em vida imortalizar/Paulo César Pinheiro e Eduardo Gudin - 1974
sábado, 5 de julho de 2008
Se você pretende saber quem eu sou
Eu posso lhe dizer
Entre no meu carro na estrada de santos
E você vai me conhecer
Você vai pensar que eu não gosto nem mesmo de mim
E que na minha idade só a velocidade
Anda junto a mim
Só ando sozinho
E no meu caminho o tempo é cada vez menor
Preciso de ajuda
Por favor me acuda
Eu vivo muito só
Se acaso numa curva eu me lembro do meu mundo
Eu piso mais fundo
Corrijo num segundo
Não posso parar
Eu prefiro as curvas da estrada de santos
Onde eu tento esquecer
Um amor que eu tive
E vi pelo espelho na distância se perder
Mas se o amor que eu perdi eu novamente encontrar
As curvas se acabam
E na estrada de santos não vou mais passar
Não, não vou mais passar
Roberto
Eu posso lhe dizer
Entre no meu carro na estrada de santos
E você vai me conhecer
Você vai pensar que eu não gosto nem mesmo de mim
E que na minha idade só a velocidade
Anda junto a mim
Só ando sozinho
E no meu caminho o tempo é cada vez menor
Preciso de ajuda
Por favor me acuda
Eu vivo muito só
Se acaso numa curva eu me lembro do meu mundo
Eu piso mais fundo
Corrijo num segundo
Não posso parar
Eu prefiro as curvas da estrada de santos
Onde eu tento esquecer
Um amor que eu tive
E vi pelo espelho na distância se perder
Mas se o amor que eu perdi eu novamente encontrar
As curvas se acabam
E na estrada de santos não vou mais passar
Não, não vou mais passar
Roberto
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Cristina Mel - Flores Do Amor
As folhas secas do outono/Dizem que o inverno vai chegar/Um sonho de verão a chuva vai levar/Se a primavera não voltar/Um coração amargurado/Diz que pro amor não há lugar/No porto solidão logo ele vai ficar/Se o farol divino desprezar/Vou deixar a chuva de inverno me molhar/Pra fazer na primavera despontar/As flores do amor, do Senhor/Em meu coração/Se uma estrela brilha lá no céu/Vejo refletir o olhar de Deus/Que uma aliança pintou na luz do sol/Colorindo o céu de norte a sul/Vou deixar a chuva de inverno me molhar/Pra fazer na primavera despontar/As flores do amor, do Senhor/Em meu coração/Um coração amargurado/Diz que pro amor não há lugar/No porto solidão logo ele vai ficar/Se o farol divino desprezar/Vou deixar a chuva de inverno me molhar/Pra fazer na primavera despontar/As flores do amor, do Senhor/Em meu coração/Vou deixar a chuva de inverno me molhar/Pra fazer na primavera despontar/As flores do amor, do Senhor/Em meu coração/Em meu coração.
As folhas secas do outono/Dizem que o inverno vai chegar/Um sonho de verão a chuva vai levar/Se a primavera não voltar/Um coração amargurado/Diz que pro amor não há lugar/No porto solidão logo ele vai ficar/Se o farol divino desprezar/Vou deixar a chuva de inverno me molhar/Pra fazer na primavera despontar/As flores do amor, do Senhor/Em meu coração/Se uma estrela brilha lá no céu/Vejo refletir o olhar de Deus/Que uma aliança pintou na luz do sol/Colorindo o céu de norte a sul/Vou deixar a chuva de inverno me molhar/Pra fazer na primavera despontar/As flores do amor, do Senhor/Em meu coração/Um coração amargurado/Diz que pro amor não há lugar/No porto solidão logo ele vai ficar/Se o farol divino desprezar/Vou deixar a chuva de inverno me molhar/Pra fazer na primavera despontar/As flores do amor, do Senhor/Em meu coração/Vou deixar a chuva de inverno me molhar/Pra fazer na primavera despontar/As flores do amor, do Senhor/Em meu coração/Em meu coração.
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