não!
não quero aqui dizer!
quero dizê-lo ao ouvido.
soprar no seu ouvido.
eu amo você!
quero vivê-lo!
o amor.
seu!
Mostrando postagens com marcador palavra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador palavra. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 28 de março de 2011
quarta-feira, 30 de junho de 2010
escrevo...
temo escrever e perder nele, o tom.
de dizer...
que acordei e vi o que sonhei,
que sinto os pelos na ponta da língua,
que sinto os nós dos dedos nos meus,
que sinto o peso da cabeça no meu braço,
que noto o olhar enquanto olho em frente,
que sinto o mindinho esfregando em meu colo,
que vejo cenas nas palavras,
que vejo os seus sendo meus,
que vejo os meus sendo seus...
de dizer...
que acordei e vi o que sonhei,
que sinto os pelos na ponta da língua,
que sinto os nós dos dedos nos meus,
que sinto o peso da cabeça no meu braço,
que noto o olhar enquanto olho em frente,
que sinto o mindinho esfregando em meu colo,
que vejo cenas nas palavras,
que vejo os seus sendo meus,
que vejo os meus sendo seus...
quarta-feira, 21 de abril de 2010
qualquer
qualquer palavra ou olhar
servirá...
qualquer silêncio ou olhos fechados
dirão
quaisquer abraços,
nos meus,
nos seus,
estarão...
servirá...
qualquer silêncio ou olhos fechados
dirão
quaisquer abraços,
nos meus,
nos seus,
estarão...
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
beneficiária de mim
sem vergonha de ser poeta, poetisa, exprimista, esgrimista,
sei lá o que é você.
sentir o começo, um suspiro profundo,
a dor do mundo,
do
menino perdido, da saudade descrita.
o despiste, do maldito tempo, do bendito agora
a razão solapante, a versão da aldeia, a veracidade
metropolitana.
Soltar o corpo nu, sexo na liteira,
maremotos trazendo bobagens,
loucuras,
santas mulheres imaginadas.
Perfeitas medusas, tranças nas pernas,
gulosas peruas, olhares seus.
Meus! Meus! Meus!
sexta-feira, 31 de julho de 2009
penha
Guardar o resto dos verbos para que seja entregar,
em mãos.
Às tuas, sou teu.
Em olhar-te nos teus grandes, encimados por duas negras curvas,
chamam-me.
Entregue-me ao riso,
os teus,
que fazem os meus.
Derramo-me à sua frente, agacho-me, beijo-te os lábios.
Tu sabes a sede,
aonde será minha coberta,
o cruzar das pernas,
a coluna que não suporta o corpo, mas a ti.
sim!
Mente, mente... ah! a mente...
Diga-me se a verdade desce a penha,
à segurar pelos dedos a vontade do voluntário para o amar.
Sustenta-me na palma de tua palavra, a não dita.
Sigo-te por entre ti,
volteio ao seu redor,
encontro-me por buscar-me com tão grande entrega.
Sou preso em ser liberto para te admirar.
Guardo ainda o verbo encontrar.
em mãos.
Às tuas, sou teu.
Em olhar-te nos teus grandes, encimados por duas negras curvas,
chamam-me.
Entregue-me ao riso,
os teus,
que fazem os meus.
Derramo-me à sua frente, agacho-me, beijo-te os lábios.
Tu sabes a sede,
aonde será minha coberta,
o cruzar das pernas,
a coluna que não suporta o corpo, mas a ti.
sim!
Mente, mente... ah! a mente...
Diga-me se a verdade desce a penha,
à segurar pelos dedos a vontade do voluntário para o amar.
Sustenta-me na palma de tua palavra, a não dita.
Sigo-te por entre ti,
volteio ao seu redor,
encontro-me por buscar-me com tão grande entrega.
Sou preso em ser liberto para te admirar.
Guardo ainda o verbo encontrar.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
entretantos
Se pudéssemos além,
e não apenas o dizer-nos?
Enchermo-nos de zelos,
se pudéssemos,
em nossos termos, ter-nos.
Ser o tanto,
tanto que fosse,
sem o entretanto.
e não apenas o dizer-nos?
Enchermo-nos de zelos,
se pudéssemos,
em nossos termos, ter-nos.
Ser o tanto,
tanto que fosse,
sem o entretanto.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
sensível
sara, sana, somos, sei, soma, santa, senta, sinta, some, sinto, sim, só, ser, sumo, suco, sorvo, solto, salto, seixo, sua, seu, sexo, sal, sou, sol, sabor, saber, saciar, saia, seco, simples, solo, soa, suave, sorrir, solto, sutil, saída. saco.
sábado, 18 de abril de 2009
escrito
- como assim?
- não posso!
- eu não acredito...
- ...
- mas, e eu?
- eu avisei antes!
- mas o que eu faço?
- não posso fazer nada!
- como assim?
- você está confundindo, sei lá!
- pode ser, mas explicar não resolve...
- eu não posso fazer nada!
- o que eu faço? esqueço, jogo fora?
- esquece, sei lá!
- como?
- eu não sei. você só fala disto!
- eu não entendo. por isto.
- muda de assunto!
- eu?
mudo
- não posso!
- eu não acredito...
- ...
- mas, e eu?
- eu avisei antes!
- mas o que eu faço?
- não posso fazer nada!
- como assim?
- você está confundindo, sei lá!
- pode ser, mas explicar não resolve...
- eu não posso fazer nada!
- o que eu faço? esqueço, jogo fora?
- esquece, sei lá!
- como?
- eu não sei. você só fala disto!
- eu não entendo. por isto.
- muda de assunto!
- eu?
mudo
quinta-feira, 16 de abril de 2009
fontes
apertado em imensos lugares largos,
mergulho em águas doces passadas,
lua voltada para o direito reescrito de meigamente deitado
e cuidado por palmas abertas sobre cabeça.
guarda de palavras discricionárias do ser surpreendente
com tempos vindos agora e de porvir.
lembretes desdobrados pelos gelos contidos nos ventos trazidos,
traduzindo o passado despercebido com étereos motivos de serem novamente vividos. mostra testa.
lenço solto.
ave noturna em beira de rio da memória resgate.
espaço ocupado.
todo. toda.
mergulho em águas doces passadas,
lua voltada para o direito reescrito de meigamente deitado
e cuidado por palmas abertas sobre cabeça.
guarda de palavras discricionárias do ser surpreendente
com tempos vindos agora e de porvir.
lembretes desdobrados pelos gelos contidos nos ventos trazidos,
traduzindo o passado despercebido com étereos motivos de serem novamente vividos. mostra testa.
lenço solto.
ave noturna em beira de rio da memória resgate.
espaço ocupado.
todo. toda.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
sim amar, sim!
Quero escrever,
Não palavras!
Quero ouvir,
Não falar!
Quero gritar,
Não voz!
Quero amar,
Sim amar!
Não palavras!
Quero ouvir,
Não falar!
Quero gritar,
Não voz!
Quero amar,
Sim amar!
sexta-feira, 3 de abril de 2009
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Sinto muito frio ultimamente, principalmente quando abro a porta do seu coração. Coragem me falta é de esquecer você e partir, descendo as escadas da torre em que estás. Escrevo cada vez mais próximo do real, é este o perigo atrás de mim, me acompanhando, pisando em meu calcanhar. Eu, todinho Aquiles, corro de acordo com a ordem, mas o quero mesmo é me atirar nos pés da Deusa e tocar em seu ponto mais sensível, que sou eu. Aguça-se em mim o instantâneo de uma voz que não reconheci como sendo a sua, mas as palavras sim. Revelou algo que jamais veria sem me abaixar e me revelar; você estava lá e pronta. Para ferir na nuca, sem se mover, sem som, com as ordens dadas. Move-se na sombra que meu coração exposto faz e não conheces o efeito desproporcional de tanta força.
Assinar:
Postagens (Atom)
delícia de texto
http://perdendo-o-medo.blogspot.com/2011/07/dueto-virtual-de-um-romance-astral.html
-
não tem coca não tem torta não tem diamante negro não tem luz não tem paz não tem raiz não tem leite não tem café sem açúcar não tem velocid...
-
O Que Será (À Flor da Pele) Milton Nascimento Composição: Chico Buarque O que será que me dá Que me bole por dentro, será que me dá Qu...