faço frases, não mais que quatro, que não anoto.
várias... uma depois da outra...
não acho desperdício não anotá-las.....
procuro algo perfeito pra te falar.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
posso?
Suspiro calada, sonhando acordada enquanto não durmo.
Durmo sonhando para acordar suspirando enquanto tento calar.
Calo enquanto tento falar o quanto te amo.
Te amo para falar o tanto que não posso.
Não posso te amar calada enquanto tento falar que não posso...
Posso não falar o quanto te amo enquanto tento pensar.
Penso em calar enquanto... sei que não deixo de te amar.
Mas enquanto te amo te falo, o tanto.
(de uma mulher, para um homem - lógico!)
Durmo sonhando para acordar suspirando enquanto tento calar.
Calo enquanto tento falar o quanto te amo.
Te amo para falar o tanto que não posso.
Não posso te amar calada enquanto tento falar que não posso...
Posso não falar o quanto te amo enquanto tento pensar.
Penso em calar enquanto... sei que não deixo de te amar.
Mas enquanto te amo te falo, o tanto.
(de uma mulher, para um homem - lógico!)
sábado, 11 de julho de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
como você?
beijo-te novamente à beira da janela,
em seu quarto.
amo-te loucamente no fio da linha,
aqui e ali.
foi quando tive seu corpo entre o meu,
o meu no seu espaço.
encosto-me em seus seios em breve,
brevemente espero.
minha, quero mansamente suas mãos,
em mim, seu.
troco suores solitários,
pelos seus solidários aos meus.
andei em volta de suas palavras,
escolhi segui-las.
e agora eu sinto,
muito.
em seu quarto.
amo-te loucamente no fio da linha,
aqui e ali.
foi quando tive seu corpo entre o meu,
o meu no seu espaço.
encosto-me em seus seios em breve,
brevemente espero.
minha, quero mansamente suas mãos,
em mim, seu.
troco suores solitários,
pelos seus solidários aos meus.
andei em volta de suas palavras,
escolhi segui-las.
e agora eu sinto,
muito.
*sacrificado dia
tem um pedaço de mim que é sacrifício.
oitava parte, de dez oitavos, entrego à carnificina do diário.
o que sobra jogam pedras em cima.
me fazem um altar.
sou santo, separado para vagar,
sem esbarrar as asas, entre as cortinas que abaixam.
pois, da altura, deus me olha esperando eu voltar-me. a face escondida de vergonha.
oitava parte, de dez oitavos, entrego à carnificina do diário.
o que sobra jogam pedras em cima.
me fazem um altar.
sou santo, separado para vagar,
sem esbarrar as asas, entre as cortinas que abaixam.
pois, da altura, deus me olha esperando eu voltar-me. a face escondida de vergonha.
ainda dá tempo de voltar?
domingo, 5 de julho de 2009
2 dias
se houvesse um cheiro compartilhado, poderia buscá-lo aqui próximo.
há aquelas palavras rodeando que não se juntam.
sétimo, quase todo dia esperando, o seguinte.
primeiro, quase inteiro, nas últimas horas impossíveis.
se há algo por dizer, digo hoje. venha buscar-me.
há aquelas palavras rodeando que não se juntam.
sétimo, quase todo dia esperando, o seguinte.
primeiro, quase inteiro, nas últimas horas impossíveis.
se há algo por dizer, digo hoje. venha buscar-me.
sábado, 4 de julho de 2009
fome
Eu tenho isto em mim. Esta coisa inexplicável. Um sentimento que vem e vai.
Às vezes sinto como se o passado não fosse possível ter vivido.
A saudade é tão grande, tão forte a força com que vem, que literalmente o coração para.
Às vezes o querer é demais.
É querer uma tarde calorenta, suor de sexo, de paixão, de não querer saber se outro dia vem.
Ou se outra tarde se foi.
Tardes silenciosas com olhares cúmplices com motivos iguais em tudo.
Fome.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
terça-feira, 30 de junho de 2009
suspende
não acho que seja o bastante,
para bastar,
os instantes colocados (o meu sobre o seu).
venha o corpo,
venha a voz,
vejo os olhos (partidos, enviados. aos pedaços compartilhados).
sei do caber,
do espaço que ainda há (mas, do outro lado cabendo, conterá?).
lembro vagamente, (memória tenta o futuro),
da viagem na serra onde ouvi a voz da infância (o passado nos contenta).
falo vago,
viajo ao som do que completa minha fala,
me suspende... (suspiro)
para bastar,
os instantes colocados (o meu sobre o seu).
venha o corpo,
venha a voz,
vejo os olhos (partidos, enviados. aos pedaços compartilhados).
sei do caber,
do espaço que ainda há (mas, do outro lado cabendo, conterá?).
lembro vagamente, (memória tenta o futuro),
da viagem na serra onde ouvi a voz da infância (o passado nos contenta).
falo vago,
viajo ao som do que completa minha fala,
me suspende... (suspiro)
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