sábado, 28 de junho de 2008
laboratório
Sabe o que é minha flor? é que eu acho que eu tô te comovendo com minhas palavras. É que fico pensando o que passa se você passou por algo parecido, se comeu algo que não lhe faz bem lembrar, se desceu na estação errada, sei lá. Converso assim para que a conversa fique leve, meio linda e eu continue preso no raciocícnio lógico. Porque se deixar sair do modo com filtro é capaz de até eu te xingar. Sua...há, há, há. Calma... já voltei. Pois então (como se diz muito hoje em dia...), fico achando-me meio besta de dizer o que digo, e olha que não é pouca coisa. Dá uma conferida nas escolhidas, elegidas (é elegida mesmo!), enumeradas, marcadas na cor da maçã vermelha. Você afinal pensa que o que sinto (somente quando respiro é que sinto), é verdade verdadeira, passageira ou dirigida? Queres amor feinho, cheinho, com cheirinho e com carinho? Algo de gelado acontece no laboratório e que não acontece no mundo estelar, para que você não saia mais de lá.
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