Aonde ir sem encontrar papéis virtuosamente solitários?
Gostosos de se tocar como seda,
seda que me avermelhe as mãos.
Como se a vergonha fosse somente minha ao tocar fora dela.
E mesmo ainda sob ela, eu sinta, ela. E que ela me sinta.
Aos trinta, quarenta;
ao descanso irei,
terei todo tempo para olhar e ver o olhar coberto pelo verde.
Espantosa maneira de me olhar.
E eu serei quedado ao me sentir vertical, onde as pernas tremem e não caio.
Pronto para morrer nas alegrias corporais expressas,
conduzidas por palavras também,
audíveis apenas também após sessenta dias.
Pelos mortos cansados de esperar.
Crisálida muda o mar e se envolta ao nele se voltear..
quarta-feira, 22 de julho de 2009
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3 comentários:
"E mesmo ainda sob ela, eu sinta, ela. E que ela me sinta."
E que assim seja.
rsrs..
Beijos
"Pronto para morrer nas alegrias corporais expressas."
...
Beijo meu.
Belísssimo assim.
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