nonsense
surreal
surpreendente
sensacional
genial
geniosa?
e ainda desfila pelada na minha sala!
quarta-feira, 29 de julho de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
*quiz. é um quiz!
oculta
a culta menina
vernacular.
aprendendo amor
amor?
desilude
compreende.
questionamento
em todo momento.
poetisa
musa.
moça esboçada
sorriso.
universal religação
baixo louva
doze sons em outro.
instrumento de inspiração
em fases postais.
domingo, 26 de julho de 2009
li!
é.... que....
bem... err...
olha.... sabe...
eu.... você não...
mas... bem...
aqui... então...
olha... hum...
oi?
bem... err...
olha.... sabe...
eu.... você não...
mas... bem...
aqui... então...
olha... hum...
oi?
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Crisálida
Aonde ir sem encontrar papéis virtuosamente solitários?
Gostosos de se tocar como seda,
seda que me avermelhe as mãos.
Como se a vergonha fosse somente minha ao tocar fora dela.
E mesmo ainda sob ela, eu sinta, ela. E que ela me sinta.
Aos trinta, quarenta;
ao descanso irei,
terei todo tempo para olhar e ver o olhar coberto pelo verde.
Espantosa maneira de me olhar.
E eu serei quedado ao me sentir vertical, onde as pernas tremem e não caio.
Pronto para morrer nas alegrias corporais expressas,
conduzidas por palavras também,
audíveis apenas também após sessenta dias.
Pelos mortos cansados de esperar.
Crisálida muda o mar e se envolta ao nele se voltear..
Gostosos de se tocar como seda,
seda que me avermelhe as mãos.
Como se a vergonha fosse somente minha ao tocar fora dela.
E mesmo ainda sob ela, eu sinta, ela. E que ela me sinta.
Aos trinta, quarenta;
ao descanso irei,
terei todo tempo para olhar e ver o olhar coberto pelo verde.
Espantosa maneira de me olhar.
E eu serei quedado ao me sentir vertical, onde as pernas tremem e não caio.
Pronto para morrer nas alegrias corporais expressas,
conduzidas por palavras também,
audíveis apenas também após sessenta dias.
Pelos mortos cansados de esperar.
Crisálida muda o mar e se envolta ao nele se voltear..
domingo, 19 de julho de 2009
envolto
Às vezes, sangue.
Muitas vezes, água.
E, estes,
esvaem,
deságuam
e desandam sem parar.
E tomam os caminhos abertos,
que em curvas parecem que não vão.
Mas nunca ficam parados,
transbordariam no seu incessante.
E nas bordas,
sangue e aguaceiro,
convertem palavras em amor.
Em amor de rio cheio,
vida, verbo de ser.
Ver desde a margem é paixão fulminante.
É chamada para mergulhar.
E levando consigo, para sempre,
o que já não é meu,
congela o sorriso na felicidade.
Muitas vezes, água.
E, estes,
esvaem,
deságuam
e desandam sem parar.
E tomam os caminhos abertos,
que em curvas parecem que não vão.
Mas nunca ficam parados,
transbordariam no seu incessante.
E nas bordas,
sangue e aguaceiro,
convertem palavras em amor.
Em amor de rio cheio,
vida, verbo de ser.
Ver desde a margem é paixão fulminante.
É chamada para mergulhar.
E levando consigo, para sempre,
o que já não é meu,
congela o sorriso na felicidade.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
entretantos
Se pudéssemos além,
e não apenas o dizer-nos?
Enchermo-nos de zelos,
se pudéssemos,
em nossos termos, ter-nos.
Ser o tanto,
tanto que fosse,
sem o entretanto.
e não apenas o dizer-nos?
Enchermo-nos de zelos,
se pudéssemos,
em nossos termos, ter-nos.
Ser o tanto,
tanto que fosse,
sem o entretanto.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
frases
faço frases, não mais que quatro, que não anoto.
várias... uma depois da outra...
não acho desperdício não anotá-las.....
procuro algo perfeito pra te falar.
várias... uma depois da outra...
não acho desperdício não anotá-las.....
procuro algo perfeito pra te falar.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
posso?
Suspiro calada, sonhando acordada enquanto não durmo.
Durmo sonhando para acordar suspirando enquanto tento calar.
Calo enquanto tento falar o quanto te amo.
Te amo para falar o tanto que não posso.
Não posso te amar calada enquanto tento falar que não posso...
Posso não falar o quanto te amo enquanto tento pensar.
Penso em calar enquanto... sei que não deixo de te amar.
Mas enquanto te amo te falo, o tanto.
(de uma mulher, para um homem - lógico!)
Durmo sonhando para acordar suspirando enquanto tento calar.
Calo enquanto tento falar o quanto te amo.
Te amo para falar o tanto que não posso.
Não posso te amar calada enquanto tento falar que não posso...
Posso não falar o quanto te amo enquanto tento pensar.
Penso em calar enquanto... sei que não deixo de te amar.
Mas enquanto te amo te falo, o tanto.
(de uma mulher, para um homem - lógico!)
sábado, 11 de julho de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
como você?
beijo-te novamente à beira da janela,
em seu quarto.
amo-te loucamente no fio da linha,
aqui e ali.
foi quando tive seu corpo entre o meu,
o meu no seu espaço.
encosto-me em seus seios em breve,
brevemente espero.
minha, quero mansamente suas mãos,
em mim, seu.
troco suores solitários,
pelos seus solidários aos meus.
andei em volta de suas palavras,
escolhi segui-las.
e agora eu sinto,
muito.
em seu quarto.
amo-te loucamente no fio da linha,
aqui e ali.
foi quando tive seu corpo entre o meu,
o meu no seu espaço.
encosto-me em seus seios em breve,
brevemente espero.
minha, quero mansamente suas mãos,
em mim, seu.
troco suores solitários,
pelos seus solidários aos meus.
andei em volta de suas palavras,
escolhi segui-las.
e agora eu sinto,
muito.
Assinar:
Postagens (Atom)
delícia de texto
http://perdendo-o-medo.blogspot.com/2011/07/dueto-virtual-de-um-romance-astral.html
-
não tem coca não tem torta não tem diamante negro não tem luz não tem paz não tem raiz não tem leite não tem café sem açúcar não tem velocid...
-
O Que Será (À Flor da Pele) Milton Nascimento Composição: Chico Buarque O que será que me dá Que me bole por dentro, será que me dá Qu...