querendo que ficasse o mistério, eu lhe disse tudo que pensava. faz-me um carinho mais e me diz qual é seu segredo maior. és casada, já sei. por isto andas tão recatada e nem me admite um olhar. um sorriso já me deste e um rebolado também, se bem que este não vou contar. pra ninguém, nem pra efeito contábil. se sou eu compromissado, que te importa se nem chegas na porta pra me ver passar? eu escrevo poesia, se tens alma -o que eu já duvido - devias ler qualquer uma e enxergaria uma pontinha de tudo, que sinto bem aqui. sua amiga, de infância imagino, me disse que saiste a passear e como a cidade não é grande, saí eu a te procurar. qual não foi minha surpresa que nem consegui sair do lugar, pois estava acorrentado e ferido preso no meu devido lugar.
perdido no meio do sentido, também não pude mais nem falar. quando voltares , se quiseres conversar, saiba que tens em mim um amigo que te quis o bastante, pra agora querer so te olhar...
segunda-feira, 30 de junho de 2008
poesinha 1
eu não escrevo poesia. poesia, poesia mesmo não. nem busco medição, coincidência, ritmo ou mechas no cabelo. procuro é um abraço, uma pinta, sorriso despistado e uma olhada que só ela entende. entende?
fome 2
tenho a fome que seca meu corpo.
tenho a fome que toca meu orgão.
tenho a fome da carne.
tenho a carne, não tenho o corpo.
toco meu orgão.
tenho a fome que toca meu orgão.
tenho a fome da carne.
tenho a carne, não tenho o corpo.
toco meu orgão.
fome 1
a fome veio e me tomou o corpo todo. era a tarde do dia seguinte e seu desleixo havia me deixado deitado, de quatro,com seu soslaio imaginade. tentei levantar e me lavar mas a fome era tanta quem nem tive a força. se estivesse aqui e eu pudesse me virar de lado e te tocar. vi você na fronha, branca, e não vi cor quase mais nenhuma que me chamasse outra atençao. só seus olhos não eram tudo. eram só.
rápido, antes que acabe a eletricidade
Fiz 63! Completados hoje, agorinha. Não sei se serão lembrados. Sei que todos foram vividos muito intensamente e nasceram de ti! Inclusive este minha flor escondida.
Imagino você no campo, uma única flor, vermelha, caule longo, duas folhinhas pequens grudam nele, não são seu sexo, mas são a parte que chamam a atenção. São seus bracinhos fininhos, fininhos que balançam junto ao seu corpo de flor, ao vento, ao mover-se, ao dançar.
Sua cabeça, está voltada para cima, buscando o sol e dela suas pétalas saem, abrndo-se para o beijo. Você balança ao vento ou é ele que se move a sua volta?
Imagino você no campo, uma única flor, vermelha, caule longo, duas folhinhas pequens grudam nele, não são seu sexo, mas são a parte que chamam a atenção. São seus bracinhos fininhos, fininhos que balançam junto ao seu corpo de flor, ao vento, ao mover-se, ao dançar.
Sua cabeça, está voltada para cima, buscando o sol e dela suas pétalas saem, abrndo-se para o beijo. Você balança ao vento ou é ele que se move a sua volta?
Sonho
Meus sonhos eu coloco no coração.
Mas não dentro, é atrás onde eu ponho.
Como se fosse atrás da porta.
De vez em quando eu teimo em tirar de lá.
Ou então os vejo pela fresta e temo que já não caibam tantos.
Aí eu arrumo outra porta que possa recebê-los.
Mas não dentro, é atrás onde eu ponho.
Como se fosse atrás da porta.
De vez em quando eu teimo em tirar de lá.
Ou então os vejo pela fresta e temo que já não caibam tantos.
Aí eu arrumo outra porta que possa recebê-los.
domingo, 29 de junho de 2008
Clama
Ruiram! Eram duas pernas grandes, de altura e finura inimagináveis, que pisavam sem preocupar em pisar em ovos, esmagá-los, ter seu interior grudado nos pés nus. Deram passos por cima e a cada passo eles tocavam os céus com as pontas dos pés e de lá espantavam os anjos do Senhor que dali olhavam tudo e quando isto acontecia, eles espantados em si mesmos, duvidavam incrédulos do que viam ser escrito, marcado - rastros no coração de outros - no chão, piso lustrado para um casamento, que refletia a glória do céu aqui na terra. Caído, não viu que o sol, durante o dia, que não via ou o frio, que durante a noite, não sentia, eram obras dos anjos que o guardavam. Ordem do alto. Do altíssimo. E então descansou sob a sombra.Do Altíssimo.
Põe aqui as armas que usou.
Arrancou a poesia de dentro dele e a segurou no alto da cabeça. Foi carregando aquela coisa pelas ruas sem preocupar se ia secando ao longo do caminho. Enquanto ele vencia os dias, mais seus pés ficavam menores quase já chegando em suas canelas. Afundava. Sentou na sombra da noite e chorou aos pés da musa e pediu um novo calcanhar. A musa entregou, ele gostou, um cotovelo quebrado, um crânio partido e ainda lhe lacerou os dois joelhos. Abriu seus olhos tão de repente, a musa faz e desfaz, que nem deu tempo, apesar do tempo que já estava ali, para sorver toda luz amarela que entrou. Sua pele esquentou abaixo de seus olhos, a boca travou. Agora estava pronto. A respiração ainda era a mesma, a esperança queria ir embora rapidinho dali, pra que ele pudesse ir atrás.
sem plástica nenhuma
Coração embalado em plástico, meio apertado, meio folgado. Pra não morrer de vez, uma vez que a carne foi fraca, agora tem que colocá-lo na geladeira ou no freezer e esperar quando for descongelar. Pra comer, pra suar, por dentro e por fora.
Entenda
Understand
Joss Stone
Composição: J.Stone,B.Wright,A.Morris,M.Mangini.S.Greenberg
Eu espero que você entenda
Que eu não posso sempre ir quando você liga
Entenda que todos têm seus defeitos
Por favor entenda não se preocupe com quem eu estou ou o que eu faço
Porque eu entendo que estou apaixonada por você
Você entende que eu estou apaixonada por você?
Eu continuo repetindo nossa música no meu ipod, mesmo quando eu durmo e no meu sonho eu estou te abraçando sozinhos em uma ilha, só nós dois
O último cara me teve, não me tratou como devia
Ele sempre reclamava que eu estava tão distante
Não me trate desse jeito você tem que confiar em mim, porquê não vou ser comandada
Eu espero que você não esteja imaginando coisas
Eu espero que sua memória esteja cheia de bons momentos comigo
Não se venha me ver, se agora eu não posso atender o telefone
Porque você sabe que logo eu estarei voltando para casa
Joss Stone
Composição: J.Stone,B.Wright,A.Morris,M.Mangini.S.Greenberg
Eu espero que você entenda
Que eu não posso sempre ir quando você liga
Entenda que todos têm seus defeitos
Por favor entenda não se preocupe com quem eu estou ou o que eu faço
Porque eu entendo que estou apaixonada por você
Você entende que eu estou apaixonada por você?
Eu continuo repetindo nossa música no meu ipod, mesmo quando eu durmo e no meu sonho eu estou te abraçando sozinhos em uma ilha, só nós dois
O último cara me teve, não me tratou como devia
Ele sempre reclamava que eu estava tão distante
Não me trate desse jeito você tem que confiar em mim, porquê não vou ser comandada
Eu espero que você não esteja imaginando coisas
Eu espero que sua memória esteja cheia de bons momentos comigo
Não se venha me ver, se agora eu não posso atender o telefone
Porque você sabe que logo eu estarei voltando para casa
Liga para dar liga.
Fala!
Eu não te ligo!
Me importo!
Mas não te ligo!
Me envegonho assim.
Totalmente em você.
E em você não há eu.
Há?
Há!
Então, me liga!
Eu não ligo...
Eu não te ligo!
Me importo!
Mas não te ligo!
Me envegonho assim.
Totalmente em você.
E em você não há eu.
Há?
Há!
Então, me liga!
Eu não ligo...
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